terça-feira, 4 de março de 2014

Me, you, a candle and a bottle of red wine

Os medos e inseguranças fogem quando a sua melhor companhia está por perto. O conforto e bem-estar da sua simples e alegre presença fazem dele uma pessoa melhor. Mais confiante de si mesmo. Ele nunca duvida que gosta dela, e do quanto gosta dela. Ele apenas tem medo de si. Da sua fraqueza, da sua falta de capacidade para corresponder. Para que a sua companhia nunca se canse dele e ele passe a usar apenas a primeira pessoa do singular. Ele não tem medo de ser um só no meio da sua vida, ele tem medo é de perder o que de melhor encontrou. Um Nós que o faz sentir um EU que nunca foi melhor! Porque não há nada melhor do que gostar e ser gostado tendo todos os pré-requisitos para uma relação saudável (confiança, entendimento e compreensão)e ainda puderem ser selvagens crianças um com o outro. Selvagens porque não medem os seus limites. Não que sejam daqueles casais que trepam paredes em público. Eles apenas são selvagens porque brincam com tudo e com nada e fazem-se rir sem qualquer pudor. Como duas crianças sujas que brincam na terra e com um sorriso onde não há espaço para mais uma grama de alegria. E É ISTO QUE TORNA ESTES DOIS TÃO ESPECIAIS! Um complemento perfeito que depois de se conhecerem só estão em desequilíbrio na ausência do outro.

Se tivesse de resumir a união deles resumia como uma noite que viveram. Apenas os dois, a vela e uma garrafa de "red wine". Um ambiente quente do calor que se via nos olhos pela ligação deles. Ligação forte, inquebrável e rodeada de amor, como uma chama. E aquele ar carregado de paixão latente como o gosto de um vinho encorpado que nos enche a boca de prazer.


Passou a existir, mais um pedaço de nós!

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