Conhecer pessoas novas é como conhecer estradas novas. Não sabemos onde nos levam, mas podemos descobrir. Não sabemos se a estrada está cheia de buracos, ou marcas de travão de desgostos, infelicidades e desilusões de quem nela vive, mas ainda assim vale a pena arriscar em conhecer. Porque cada estrada tem a sua própria personalidade, os seus altos e baixos, a sua vista sobre o mundo de uma forma tão única de uma forma que mais ninguém tem e cabe a nós gostar dessa vista ou não. Podemos sempre não gostar do que vemos, mas também pode ser que caminhemos para um local melhor. Pode ser que a estrada, independentemente do jeito que ela percorre os quilómetros da sua cronologia de vida nos leve ao bem-estar, à realização, à realização pessoal, ou simplesmente ao prazer de conduzir sobre ela, ou com ela. Por isso deixo a minha personalidade destravada para que ganhe velocidade consoante a estrada me peça. E pararei quando ela me pedir e carregarei no acelerador quando ela me apelar!
Passou a existir uma nova rota
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